Pesquisa Científica do Santuário Volta da Serra

Pesquisa Científica do Santuário Volta da Serra

As pesquisas científicas do Santuário Volta da Serra tratam de vários assuntos relacionados à preservação e estudo de, por exemplo, aves, répteis e anfíbios. Elas vem sendo feitas desde o ano de 1997, onde se iniciou com o plano de manejo, estudo da fauna e flora, geologia e estudo de fatores históricos do local.

Quer saber para que servem essas pesquisas?

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Tais pesquisas de cunho científico são feitas para monitorar a vida, a biodiversidade do Santuário e, além disso, visam estar sempre observando a fauna e a flora, para entender como funciona e como melhor cuidar delas, preservando e evitando que sejam destruídas.
O objetivo principal das pesquisas científicas do Santuário Volta da Serra é monitorar o ambiente e preservar a natureza.

Achou interessante? espere até descobrir quantas espécies a região tem!

Um total de 50 espécies que habitam a fauna da região são classificadas como endêmicas, raras ou sob risco de extinção, sem falar nas diversas espécies de plantas que a região tem e protege. Por isso a realização dessas pesquisas é muito importante para a continuação da preservação dessas belas vidas diversas que o cerrado tem, e para seu conhecimento e estudo mais aprofundado.

As pesquisas de manejo, turismo, trilha e outras ajudam a saber qual o impacto que o turismo pode causar no meio ambiente, o que é de total importância, pois o que realmente importa aqui no Santuário Volta da Serra é a preservação da natureza, sua fauna e sua flora.

O Santuário Volta da Serra a 23 anos vem realizando essas pesquisas, sempre objetivando a preservação total dos encantos naturais que a reserva tem, e buscando unir turismo com sustentabilidade e preservação. Outro ponto interessante que as pesquisas proporcionaram ao Santuário, foi conhecer diversas espécies de anfíbios e repteis e outros seres vivos que vivem no bioma do nosso querido cerrado.

As pesquisas desenvolvidas visão o levantamentos que diagnosticam as características de áreas naturais, permitindo avaliar suas potencialidades e desafios, e, ainda, a aplicação de metodologias de planejamento participativo para definir estratégias de gestão para a conservação ambiental.

Entre os principais projetos já desenvolvidos, estão planos de manejo de unidades de conservação.

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